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Rally RN 1500: Codipar Racing avalia primeira participação

São Paulo, 05 de maio de 2009 – Na 12ª edição do maior rali off-road da região norte/nordeste do país, o Rally RN 1500, a chuva foi o principal adversário. A prova aconteceu de 29 de abril a 03 de maio, e pontuou também pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. Os competidores, principalmente na categoria Carros, foram os mais prejudicados com o clima que desestruturou todo o percurso anteriormente programado para mais de 900 quilômetros, entre especiais e deslocamentos. As paisagens exuberantes da região que se transformaram em imagens desoladoras e de tristeza vendo a população local.

A equipe Codipar Racing, dupla Willem e Doris van Hees, competiram com carro Troller e na soma dos quatro dias de prova cronometraram pouco mais de 80 quilômetros de percurso disputado. “De prova tivemos muito pouco. Não havia nada a ser feito, as condições climáticas acabaram com qualquer possibilidade de realização das especiais. Lamentamos muito, pois seria uma belíssima prova”, explicou o piloto.

A navegadora o que se tirou foi a preparação da equipe numa adversidade como o que enfrentaram. “Não dá pra se falar colocação e resultados positivos, pois não tivemos oportunidade de disputar com os trechos da forma que se encontravam. O que aproveitamos é com relação aos equipamentos que foram testados ao máximo, no que diz respeito à lama e muita água. Resistiram bem e agora é revisar tudo na chegada a São Paulo para os próximos treinos que faremos antes do Rally dos Sertões”, ressaltou Doris.

Os 117 inscritos no RN 1500, entre motos, quadriciclos e carros, logo no primeiro dia do rali, tiveram uma pequena prova do que viria pela frente. Partindo de Natal, as equipes seguiriam até Currais Novos, porém a chuva já havia feito estragos, e muitos trechos ficaram instransponíveis. Por isso, dos pouco mais de 100 quilômetros previstos, apenas 38 foram navegados.

Para não comprometer a segurança dos competidores, a segunda etapa do RN 1500, que iria de Currais Novos até Assú precisou ser cancelada. Não bastasse a péssima condição das trilhas que ficaram completamente alagadas, uma ponte que ruiu impossibilitou de vez a realização da especial. Desta forma, todas as equipes seguiram direto para o município de Assú, de onde largariam na manhã de sábado (02).

Na terceira etapa, foi a vez de enfrentarem lama e muitas poças d’água, com isso alguns carros não conseguiram passar, ficaram atolados. O trecho cronometrado teve início e fim no município de Ipanguaçu, distante 210 quilômetros da capital potiguar, e a especial foi divida em três partes. Em um primeiro momento, os competidores percorreram 33 quilômetros, porém, um carro atolado impediu que as equipes prosseguissem, e a prova teve que ser interrompida. Após issoo foram mais 10 até o radar e mais 30 até o final do dia, totalizando 73 quilômetros.

O quarto e último dia de rali foi um ‘banho de água fria’ em quem esperava fechar a competição nas dunas da capital potiguar. Apesar da categoria motos ter conseguido percorrer todo o trecho da especial, nos carros, algumas equipes se reuniram e decidiram não largar, para não comprometer a integridade dos participantes. No final, a organização acabou acatando a decisão da maioria, e cancelou a última etapa. No acumulado geral, Willem e Doris van Hees terminaram com a 12ª posição da categoria T1.

Willem e Doris van Hees recebem o patrocínio da Codipar – Equipamentos e Assessoria para Indústria Alimentícia, da Radiex – Produtos Automotivos, DXLub e apoio UiU Filmes.

Assessoria de Imprensa:
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Texto: Silvana Grezzana/ Luciana Gomes
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Apesar das dificuldades, RN 1500 serviu como teste para Carqueijo/Roberlena

São Paulo, 05 de maio de 2009 – Todo o trabalho de meses da organização do RN 1500, e das 117 equipes que confirmaram presença no maior rali cross country do norte/nordeste do país, foi colocado a prova, depois da enorme quantidade de chuva que caiu no estado. Da programação inicial de quatro dias de disputa, apenas dois foram realizados, ainda assim, com trechos cancelados. Foram muitas as dificuldades para o piloto Marcelo Carqueijo, e a navegadora Roberlena Moraes, apesar da estreia na competição não ter acontecido da maneira esperada, a dupla encara de forma positiva a experiência, que serviu como teste para o Rally dos Sertões, em junho.

Logo no primeiro dia do rali, os competidores tiveram uma pequena prova do que viria pela frente. Partindo de Natal, as equipes seguiriam até Currais Novos, porém a chuva já havia feito estragos, e muitos trechos ficaram instransponíveis. Por isso, dos pouco mais de 100 quilômetros previstos, apenas 38 foram navegados. E se a situação já estava complicada para a dupla, após um problema com os pneus ficou ainda mais difícil.

“Preparamos nosso carro com a configuração que iremos para o Rally dos Sertões, por isso, ele estava com um pouco mais de carga, o que acabou sobrecarregando os pneus. Para piorar, a primeira especial tinha muitas pedras, e tivemos dois pneus furados. Como a prova era muito curta, não compensava a troca, e isso prejudicou no nosso tempo final”, contou Carqueijo.

Para não comprometer a segurança dos competidores, a segunda etapa do RN 1500, que iria de Currais Novos até Assú precisou ser cancelada. Não bastasse a péssima condição das trilhas que ficaram completamente alagadas, uma ponte que ruiu impossibilitou de vez a realização da especial. Desta forma, todas as equipes seguiram direto para o município de Assú, de onde largariam na manhã de sábado (02).

Com o cancelamento de um trecho da primeira etapa, e a não realização da segunda, deixou todos com sede de competição. Por isso, no terceiro e penúltimo dia de rali a vontade era de acelerar muito, mas novamente todos foram surpreendidos pela chuva e atoleiros. “A especial era de 148 quilômetros, mas a nossa categoria (carros) travou, por conta de carros que ficaram atolados no caminho, impossibilitando a passagem de outros veículos. Com isso, tivemos apenas 23 quilômetros apurados de prova, e não deu para recuperar o tempo perdido, nem diminuir o tempo total”, lamentou o piloto.

O quarto e último dia de rali foi um ‘banho de água fria’ em quem esperava fechar a competição nas dunas da capital potiguar. Apesar da categoria motos ter conseguido percorrer todo o trecho da especial, nos carros, algumas equipes se reuniram e decidiram não largar, para não comprometer a integridade dos participantes. No final, a organização acabou acatando a decisão da maioria, e cancelou a última etapa. No acumulado geral, Carqueijo e Roberlena terminaram com a 9ª posição da categoria Production T2.

Nos carros, o título do RN 1500 ficou com Maurício Neves/ Leandro Ferrarini, com Antonio Francioso/Rafael Capoani na segunda colocação, e Felipe Bibas/Emerson Cavassin em terceiro.

DE OLHO NOS SERTÕES

Apesar da frustração com o cancelamento de duas etapas, nem tudo foi perdido para a dupla paulista, já que as situações extremas serviram de preparação para um desafio ainda maior, que é o Rally dos Sertões, a maior competição off-road das Américas. “Apesar das chuvas, tivemos a possibilidade de testar todos os equipamentos para os Sertões. Tivemos muitas adversidades, mas o carro se comportou muito bem, apesar dos terrenos difíceis, o Mitsubishi TR4 não apresentou nenhum defeito. Testamos também a calibragem dos pneus, e o problema na primeira especial mostrou o que temos a melhorar até os Sertões”, finalizou Carqueijo.

Marcelo Carqueijo e Roberlena Moraes contam com o apoio de: Goodyear, Droga Rani, e Wollner.

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